Emprego

Atrair empresas / Criar emprego

Publicado a 05 junho 2017 em Emprego
Atrair empresas / Criar emprego

Criação de Zonas de Acolhimento Empresarial em São Torcato; Ponte / Taipas; Ronfe / Brito; Pevidém; Moreira de Cónegos

“Em coerência com as vias urbanas que apresentamos no projeto «Interligar o Concelho» o 3º projeto estratégico que assumimos propõe a criação de novas Zonas Empresariais ou aumento de existentes, em territórios específicos”.

Depois de apresentar um projeto  para a Cidade que visa criar parques de estacionamento no Toural e no Campo da Feira, uma proposta com o propósito de resolver o problema de estacionamento, e um projeto de interligação com a construção de vias, para “ligar a Cidade às suas freguesias”, uma proposta de coesão territorial para o Concelho, André Coelho Lima avança agora com uma proposta para as Pessoas. É uma proposta para atrair empresas e com isso, criar emprego. “Uma proposta de fixação da população. Uma proposta para a melhoria das nossas condições de vida”.

André Coelho Lima pretende criar condições para que novas empresas possam instalar-se no Concelho de Guimarães e evitar que algumas se deslocalizem; criar condições para um aumento exponencial da oferta de emprego no nosso concelho; emprego assente na economia e não no Estado; criar condições para o surgimento de novos empregos e emprego de qualidade; combater a perda populacional que caracteriza a última década, “fazê-lo de forma séria e empenhada e com políticas concretas”.

Em coerência com as vias urbanas apresentadas no projeto «Interligar o Concelho», o 3º projeto estratégico propõe a criação de novas Zonas Empresariais ou aumento de existentes, em territórios como São Torcato; Ponte / Taipas; Ronfe / Brito; Pevidém; Moreira de Cónegos. “Mais do que duplicar as áreas empresariais existentes, queremos dispor de bolsas de terreno de elevada envergadura e incentivar o surgimento de clusters que aproveitem a capacidade instalada e know-how em determinadas áreas para favorecer a criação de sinergias entre as diversas empresas”. Para isso é necessário rever o PDM, “reordenando o território no sentido de um maior equilíbrio e coesão entre as várias zonas do Concelho”.

“São públicos e conhecidos os casos de empresas que tentaram instalar-se no concelho e que, por falta de terrenos infraestruturados, foram instalar-se noutros concelhos”, contextualizou André Coelho Lima. Da mesma forma, “são também conhecidos os casos de empresas que se têm deslocalizado para concelhos vizinhos por aí encontraram melhores condições, designadamente em termos de espaço para o aumento das suas unidades produtivas”.

Assim, “a Câmara tem que ter uma visão proativa da realidade. Não pode ser surpreendida com as circunstâncias. Tem que as antecipar, estar preparada para elas”, defende o Candidato a Presidente de Câmara.

Segundo André Coelho Lima Guimarães não está preparada para receber grandes investimentos. “Guimarães não tem o trabalho de casa feito caso amanhã surja uma grande multinacional com interesse de se instalar em Guimarães”.

“É aqui que esta proposta pode fazer a diferença”, considera André Coelho Lima, na medida em não que se apresenta a promoção do emprego como um objetivo mas dizendo como o fazer. “Um dos mais importantes papéis que um Município pode ter nesta dimensão da criação de emprego é ao nível da sua política de solos: criando um PDM atrativo às Empresas e ao Investimento; Criando novas Zonas Empresariais; dispondo de bolsas de terrenos disponíveis para construção”.

André Coelho Lima cria uma linha orientadora nos três projetos que apresentou até ao momento. “É uma proposta política integrada, sistematizada e coerente: Transforma a Cidade, apresenta uma visão para o Território, tudo com o objetivo de servir as Pessoas”.